Especialista
em saúde mental alerta que os conselhos populares para ignorar as lágrimas de seu
filho podem causar prejuízos para a vida inteira.
Programas como Super nanny (Jo Frost) e livros como o
de Dr. Spock, Dr. Ferber, Gina Ford ou Dr. Estivill podem sabotar o
desenvolvimento de uma criança, com o reconhecimento de que conselhos de que
uma criança deve ser deixada chorando pode causar danos psicológicos.
Quando
se trata de debate quente entre
multidões no mundo sobre como é a melhor maneira de criar um bebê, há uma nova
teoria que usa escaneamentos cerebrais para argumentar que o choro controlado (
treinamento para dormir) não somente
danifica os cérebro dos bebês como também produz adultos raivosos e ansiosos.
Nota: o
psicólogo Abraham le Roux de Cape Town aponta que os resultados de forçar os
bebês a se auto confortarem ( necessário para o treinamento de dormir), são
tambem seriamente preocupantes. Mais tarde como adultos essas pessoas deverão
continuar a se autoacalmar, e os calmantes usados podem incluir álcool, drogas,
comer demais compulsivamente, obscessão por sexo, etc.
Se você ignora o choro de uma
criança, mandam-os calar a boca ou coloca-os em um quarto sozinho, você pode
causar danos sérios em seu cérebro em um nível q pode resultar em neurose
severa e problemas emocionais mais tarde na vida, disse a profa. Margot
Suderland.
Sunderland é uma especialista em deselvolvimento do cérebro
infantil chefe e uma autora conselheira da British Medical Association que já
escreveu mais de 20 livros sobre saúde mental infantil.
Baseado em seus estudos de 4 anos
de escaneamento cerebral e pesquisas científicas, Sunderland roga aos pais para
que rejeitem as teorias modernas de especialistas em bebês como Gina Ford e Jo
Frost do programa Supernanny, que pregam disciplina rígida, rotina e
"choro controlado".
O livro de
Suderland, “A Ciência de criar os filhos” (The science of parenting) sera
publicado no final de 2006 pela editora Dorling Kindersley na Inglaterra.
Fornece um guia passo a passo sobre
como reagir a toda mudança de humor de uma criança, até mesmo a melhor maneira
de abraçar um bebê incomodado.
A verdade crua é que o estresse não confortado pode
causar danos ao cérebro em desenvolvimento da criança , disse a prof.
Sunderland, que é diretora de educação e treinamento no Centro para Saúde
Mental infantil em Londres. Ela acredita que os pais frequentemente não dão
reconhecimento adequado às aflições dos seus filhos.
Enquanto a importância do toque, afagos e
acalmar fisicamente seus bebês é soberana, ela tambem alerta os pais dos
perigos de tentar minimizar a raiva e estresse emocional dos seus filhos
Os pais não deveriam nunca tentar persuadir seus filhos de
parar de sentir alguma emoção, ela diz. Mesmo que seu filho esteja vendo uma
situação de um jeito completamente diferente do seu, é importante provar a eles
sua empatia através de linguagem e expressões faciais.
"Se seu filho está angustiado, você vai piorar e não
reduzir sua sensação de incômodo se não levá-lo a sério, do mesmo modo que
gostaria que fizessem com seu incômodo.”
Tentar levantar-lhe os espíritos vai
resultar em que ele internalise seus estresses, o que vai custar aos seus
corpos e cérebros o mesmo que um choro não consolado. Sunderland tambem
acredita que os pais frequentemente tentam inconscientemente disciplinar seus
filhos através do medo e da vergonha.
Esse método pode produzir resultados rápidos e os pais geralmente não entendem
o que estão fazendo, ela diz. Mas o preço num cérebro em desenvolvimento da
criança pode ser muito caro, e deixar um legado de ansiedade e fobia social
para a vida toda".
"É fácil demais “quebrar” uma criança". Ao invés disso, Suderland
encoraja os pais a serem muito emocionais e felizes quando seu filho se
comporta bem e muito racionais e claros quando se comportam mal.
Sunderland acredita q os pais que usam palavras de briga e frases que exigem
obediência absoluta e imediata vão criar uma criança rebelde , enquanto
palavras pensadas, que ativam seus cérebros dando-lhes uma escolha, vão
neutralizar o de estados intensos de despertares emocionais.
Com frequencia, por outro lado, Sunderland aconselha que palavras nao são
necessárias e que abraçar calmamente a criança que está se recusando a ouvir é
o bastante. " “Às vezes o cérebro da criança está super superestimulado
para responder à linguagem e um toque quente e amoroso é a única coisa que pode
acalmá-los sem conflito.
Sunderland oferece os seguintes conselhos aos pais:
- Não tente mudar as emoções da criança, mesmo que você ache que essas emoções
sejam extremas e irracionais para sentir.
- Não minimize suas emoções: mostre através do toque, tom de voz e expressões
faciais que voce entende a intensidade e qualidade daquilo que estão passando.
- Seja seu apoio emocional: seja agradável e calmo.
- Abrace-os: o toque é vital para acalmar e suavizar uma criança.
Leitura recomendada:
Gerhardt, Sue. (2004) "Why Love Matters: How Affection Shapes Your
Baby's Brain", Brunner Routledge, New York and Hove
Professor Sunderland pode ser contactada em:
Margot Sunderland
The Centre for Child Mental Health
2 - 18 Britannia Row
Islington
London
N1 8PA
http://www.childmentalhealthcentre.org
Tel: +44 (0)20 7354 2913
Fax: +44 (0)20 7704 0171
info@childmentalhealthcentre.org
Tópico pode ser visto no orkut:http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1122463&tid=2456132272907516741&start=1
Agradecimentos a Adriane pela tradução ;)