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Grupo Soluções Para Noites Sem Choro (solucoes.multiply.com)

O que são “bebês high need "- a história de nossa bebê Hayden (Sears)

Nossos três primeiros filhos eram relativamente "fáceis". Eles dormiam bem e tinha rotinas de comer bem previsíveis. Suas necessidades eram fáceis de identificar e satisfazer. Na realidade, eu comecei a suspeitar que os pais que vinham em meu consultório pediátrico reclamando de seus bebês difíceis, que choravam muito, estavam exagerando! “Por que toda essa dificuldade com bebês?”, eu me perguntava.

COMO ELA AGIA

Então veio Hayden, nosso quarto bebê, cujo nascimento mudou nossas vidas. Nossa primeira dica que ela seria diferente veio em um ou dois dias. "Ela só quer colo," se tornou a frase frequente de Martha. Amamentar para Hayden não era somente fonte de alimento, mas de conforto. Martha se tornou uma chupeta humana. Hayden não aceitaria nenhum substituto. Ela estava constantemente no colo e no peito- e essa rotina constante se tornou muito cansativa. Os choros de Hayden não eram meros pedidos, eles eram exigencias! Amigos com boas intenções sugeriam, "Simplesmente ponha-a no berço e deixe-a chorar." Aquilo não funcionou mesmo. Sua persistência extraordinária a fez continuar chorando, chorando. Seu choro não diminuiu, pelo contrário, se intensificou. E nós não respondemos.

Hayden era excelente para nos ensinar o que precisava. "Contanto que a segurassemos, ela estaria feliz”, se tornou nosso slogan sobre como cuida-la. Se tentassemos deixa-la chorar, ela choraria mais e mais alto. Nós jogavamos o jogo ‘passe o bebê’. Quando os braços de Martha não aguentavam mais, ela vinha para os meus.

Hayden se tornou presente sempre em meus braços, no peito e nossa cama. Se tentássemos tirar uma pausa dela, ela protestaria contra qualquer babá. O slogan da vizinhança se tornou: Todo lugar que Bill e Martha vão Hayden vai atrás. Nós a apelidamos de "Bebê Velcro." Hayden nos abriu como pessoas. A virada veio quando nós fechamos os livros sobre como criar o bebê e abrimos nossos corações a nossa filha. Ao invés de ficar na defensiva com medo de mimá-la demais, nós começamos a ouvir o que Hayden estava tentando nos dizer desde o momento que saiu do ventre: "Oi, mamãe e papai! Vocês foram abençoados com um tipo diferente de bebê, e eu preciso de cuidados diferentes. Se vocês me derem esses cuidados, tudo vai ficar bem. Mas se vocês não derem, nós estaremos em longos conflitos." Logo que descartamos nossas idéias pre-concebidas de como bebês devem ser, e aceitamos a realidade que como Hayden era, nós nos entendemos muito melhor. Hayden nos ensinou que bebês não manipulam, eles comunicam.

COMO NOS SENTIMOS

Se Hayden fosse nossa primeira filha, nós teríamos concluído que era nossa completa culpa que ela não conseguia se confortar, porque éramos pais expirantes. Mas ela era nossa quarta filha, e dessa vez nós achávamos que sabíamos como cuidar de uma criança. Ainda assim, Hayden provocou que duvidássemos de nossas habilidades como pais. Nossa confidência foi defiando ao mesmo tempo que nossas energias se esgotando. Nossos sentimentos sobre Hayden eram tão erráticos como seu comportamento. Alguns dias éramos empatéticos e cuidadosos, outros dias estávamos exaustos, confusos e ressentidos das suas exigências constantes. Esses sentimentos confusos era estranhos para nós, especialmente após já ter criado tres outros “bebês fáceis”. Logo ficou óbvio que Hayden era um tipo diferente de bebê. Ela era “alimentada” de modo diferentes dos outros bebês.

O QUE FIZEMOS

Nosso desafio foi descobrir como uma mãe e pai dessa pessoa única conseguiria salvar alguma energia para nossos outros 3 filhos- e para nós mesmos.

Nosso primeiro obstáculo foi superar nosso passado profissional. Nós fomos educados na década de 60 e 70, então somos vítimas do tipo de ‘parenting’ que prevalecia na época- o medo de mimar, estragar. Nós entramos no mundo da paternidade e maternidade acreditando que era obrigatório controlar nossos filhos, senão eles nos controlariam. E havia um medo terrível de ser manipulados. Nós estávamos perdendo controle? Hayden estava nos manipulando? Consultamos livros, um exercício inútil. Nenhum livro sobre criação de bebês continha um capítulo sobre Hayden. E a maioria dos autores homens ou tinham passado da idade de criação de filhos, ou pareciam muito distantes do dia-a-dia de cuidados com bebês. Ainda assim éramos dois adultos com experiência, cujas vidas estavam sendo comandandas por um bebezinho.

Um amigo nosso psicólogo que estava nos visitando comentou sobre os choros de Hayden: "Nossa, seu choro é impressionante, ela não chora de modo bravo, como se exigisse algo, mas num modo esperançoso, como se ela soubesse que ela seria ouvida."

Hayden nos fez re-avaliar nosso trabalho como pais. Nós pensávamos que um pai ou mãe efetivos precisava estar sempre com controle da situação. Então percebemos que essa tendência era auto-derrotadora. Essa postura assume que existe um adversário na relação mãe/pai e bebê: o bebê está “determinado a te dominar”,então é melhor que eu domine primeiro. Hayden nos fez perceber que nosso papel não era de controla-la. Mas sim de cuidá-la e ajudá-la a se controlar.

Nosso trabalho como pais não era de mudar Hayden para um clone comportamental de outro bebê. Seria errado tentar mudá-la. (Quão sem graça seria esse mundo se todos os bebês agissem igual!). Seria melhor expandir nossas expectativas e aceitá-la do jeito que ela é, não do jeito que nós queríamos que ela fosse. Nosso papel como pais era como o de um jardineiro: não podemos mudar a cor da flor ou o dia de florescer, mas podemos plantar as sementes e aparar a planta de modo a florescer lindamente. Nosso papel era ajudar no comportamento de Hayden e nutrir suas qualidades especiais, então ao invés de serem defeitos esses traços temperamentais funcionariam no futuro em sua vantagem.

Onde ela deveria dormir? Ela acordava mais e mais, até que uma noite ela acordou de hora em hora. Martha disse, "Eu não me importo o que o livro diz, eu preciso dormir!!" Em seguida aconchegou Hayden do ladinho dela em nossa cama. Uma vez que descartamos a cena de um bebê que se auto-conforta dormindo sozinho no berço, todos nós dormimos juntos e felizes. Nós descobrimos que temos que ser seletivos nas pessoas que nos condoemos.

Quando discutimos nossos dilemas de como criar Hayden com nossos amigos, nós nos sentimos como se ela fosse o único bebê no mundo que não conseguia se satisfazer sozinha durante o dia ou se auto-tranquilizar durante a noite. Concluimos que ninguém poderia entender um bebê como Hayden ao menos que tivessem um bebê como Hayden. Eventualmente, Martha encontrou algumas amigas que pensavam de modo semelhante e se rodeou de amigos que nos apoiavam.

O que chamá-la? Hayden não se ajustava nas “classificações” existentes. Ela não era realmente uma bebê "inquieta, chorona", contanto que tivessemos-a no colo e atendessemos suas necessidades. "Espirituosa" era equivocado, todo mundo quer um bebê espirituoso. Ela não tinha "cólicas," porque não parecia ter dor. Nem a palavra "difícil" era realmente verdade; alguns poderiam implorar para ser diferente, mas nós achamos que segurar e ficar perto de um bebê a quem nos tornamos tão apegados não era tão difícil assim. Além disso, esses nomes eram tão negativos para essa pessoinha que parecia saber tão positivamente o que ela precisava e como obter. Não foi até muito anos depois, após conversar com dezenas de pais de bebês que também tinham uma necessidade tão grande de mamar frequentemente, de serem abraçados muito, de precisarem de muito contato humano a noite, que o termo “criança com altas necessidades” nos atingiu. Isso descreve da melhor forma esse tipo de bebê que Hayden era e o tanto de cuidado maternal/paternal que ela precisava.

No meu consultório pediatrico descobri que o termo "criança de altas necessidades" era psicologicamente correto. Quando pais totalmente exaustos chegavam no meu consultório para aconselhamento sobre seus bebês exigentes, eles já tinham recebido uma montanha de negativas: "Você dá muito colo a ela," "Deve ser seu leite," "Ela está te controlando." Todas frases tinham uma mensagem oculta de "bebê ruim e pais ruins." Eles se sentiam culpados de algum modo pelo modo que seus bebês agiam assim. Assim que eu pronunciava o diagnóstico "criança com altas necessidades," eu podia ver o alívio em suas faces. Finalmente, alguém tinha algo bom para falar do meu bebê! "Altas necessidades " soava especial, inteligente, único, e põe o foco na personalidade do bebê, aliviando pais da culpa em acreditar que seu bebê agia desse modo por causa de seu modo de ser pai ou mãe. Ainda mais, "altas necessidades" sugeria que havia algo que os pais poderiam fazer para ajudar o bebê. Ressalta a idéia de que esses bebês simplesmente precisam de mais: mais toque, mais compreensão, mais sensibilidade, mais ‘attachment parenting’.

O problema do controle. Hayden causou bem cedo que nós re-avaliassemos a questão do controle. Gradualmente descobrimos que uma criança não pode controlar seus pais, ou os pais controlarem a criança. Ainda assim os pais devem controlar as situações, porque quando não há limites, a vida em família é um desastre. Nós precisávamos estar no controle de Hayden, fornecer-lhe as "regras da casa" e então controlar seu ambiente de modo que não ficaria impossível para que ela cumprisse essas regras. O que nos ajudou a se livrar desse medo-de-estragar e medo-de-ser-manipulado foi perceber que era melhor errar pelo lado de ser reativo demais e responsivo demais do que de menos. Enquanto trabalhavamos desenvolvendo um equilíbrio de respostas apropriadas, haviam vezes que respondiamos muito tarde, e outras vezes que respondíamos rápido demais. Mas sentimos que na dúvida, era melhor sempre responder. Crianças que são talvez mimadas um pouco (como muitos primogênitos geralmente são), vão desenvolver uma imagem saudável e confiar em seus pais. Com essa base é mais fácil recuar um pouco enquanto tenta-se criar um balanço saudável entre as necessidades dos pais e as da criança. O filho de pais que respondem pouco desenvolvem uma imagem pobre de baixa estima, e uma distância se cria entre pais e filho. Essa situação é difícil de consertar. Eu nunca tinha ouvido pais em meu consultório pediátrico dizerem que eles desejavam que não tivessem que dar tanto colo ao bebê. Na verdade, a maioria, se pudessem voltar no tempo, teriam dado mais colo a eles.

Nós não estavamos preparados para a criança com opinião fortíssima que encontraríamos em Hayden. Nossos outros filhos mais velhos tinham respondido bem a dicas verbais, mas Hayden parecia não nos ouvir. Então, ao invés de repetir constantemente "não, não toque " (o que era fútil), nós a ensinamos que na casa toda existiam os pontos “sim, toque”, e “não, toque”. Nosso trabalho era fazer os locais "sim, toque" mais acessíveis a ela que os locais proibidos, então ela poderia aprender a se controlar. Hayden conseguia operar seus controles internos num ambiente que tinha ordem e estrutura em certo ponto (cada casa faz isso de modo diferente). Quando ela teve oportunidade de se comportar apropriadamente independente de infinitos nãos de nossa parte, ela começaria a ter um senso de seus próprios controles internos.

Nossas necessidades x suas necessidades. Na metade do primeiro ano de Hayden percebemos que ser pais de um bebê de altas necessidades poderia ter um efeito "para melhor ou para pior " na relação marido-mulher. Facilmente as coisas saiam do controle. Uma criança de altas necessidades pode facilmente dominar a casa. Havia épocas em que Martha se arriscou se “queimar” de tanto se doar. Um aviso de um incêndio vindo era Martha dizendo: "Não tenho nem tempo para um banho, Hayden precisa tanto de mim." Para sanidade de Martha, e no final das contas para sanidade da família toda, eu tinha que lembra-la, "O que Hayden precisa mais é de uma mãe feliz e descansada." Não era suficiente somente orar. Além de dedicar-se intensamente na casa e com as outras crianças, eu pegaria Hayden e cuidaria dela quando podia. Eu levaria ela para um passeio assim Hayden poderia ficar longe das vistas e mente de Martha por um tempo.

Ter uma criança de altas necessidades nos ajudou amadurecer a comunicação um com o outro. Houve sempre o dilema "suas necessidades ou nossas necessidades ". Nós tivemos que roubar tempo para nós mesmo, percebendo que mesmo o melhores pais ou mães pode ser minado se o casamento falha. Vi quão importante era para Martha que validassem suas atitudes de mãe. Eu sempre oferecia-lhe frases como "Você sabe melhor que ninguém”, mas também quando a vi esgotando suas energias sentia que tinha que intervir e ajudar. Eu me intrigava quando é que teria minha esposa de volta, mas percebi que não poderíamos voltar essa fita. Eu era um adulto, e Hayden passaria nesse estágio somente uma vez.

O pagamento. Hayden cresceu de uma criança de “altas necessidades” e uma adolescente super energética, e se formou na faculdade de (adivinhe) drama. Sua vida como bebê está em nosso livro THE FUSSY BABY. Ela as vezes abre esse livro e mostra a seus amigos, "Essa sou eu." Na noite de formatura enquanto pousava para foto, parecia tão adulta em seu vestido longo. Eu murmurei a Martha, "Bebês de alta necessidade completam," e essa mulher adolescente-adulta piscou para papai. Enquanto eu a escoltava pelo corredor para seu baile de formatura, nossas mentes e corações se encheram de lembranças daquelas cenas incontáveis de cansaço dos tempos de bebê e infância. Enquanto eu entrava na igreja de braços dados com meu “Bebê chorão” para transferí-la para o homem dos seus sonhos, percebi que essa mulhere madura e talentosa iria agora doar a seu companheiro e seus filhos o estilo de cuidado que nós tínhamos lhe dado. Martha e eu olhamos um para outro e pensamos, "Foi um caminho longo e difícil, anos com esse bebê no colo, peito, em nossa cama, muitos confrontos de disciplina, e esses anos todos de paternidade e maternidade com muito apego produziram uma pessoa confiante, misericordiosa, carinhosa. Valeu a pena.”


http://www.askdrsears.com/html/5/T050600.asp

Mudando a personalidade da criança “high need”

As palavras que você usa para descrever seu filho mudarão conforme os anos passam, os traços que deixaram tão cansada durante a infância são canalizados em qualidades que farão seu filho um adulto interessante e dinâmico. Tente pensar de modo positivo na personalidade de seu filho. Rótulos que pareciam negativos serão traços positivos na personalidade do seu filho no futuro.

BEBÊ

CRIANÇA

ADOLESCENTE- ADULTO

alerta
intenso
desgastante
exigente
chora impressionantemente alto
inconsolável
supersensível

ocupado
nervoso
esgotador
espirituoso
energético
teimoso
impaciente
obstinado
perspicaz
desafiador
expressivo
inclinado a birras
interessante
”abraçável”

entusiástico
profundo
apaixonado
audaz
dominador

opinião forte
determinado
persistente
compreensível
justo
sociável
misericordioso
empático
cuidadoso
carinhoso

http://www.askdrsears.com/html/5/T050200.asp

Tradução: Andreia C. K. Mortensen


19 CommentsChronological   Reverse   Threaded
deabrasil wrote on Aug 30, '06
Impressionantemente impressionada com o texto e com uma história que finalmente eu me identifiquei. Um alívio para uma mãe pra lá de desgastada! Muito bom, aliás, excelente!!!
jackiess wrote on Nov 8, '06
Sem comentários! Ainda estou enxugando as lágrimas...
helenmarcolino wrote on Jun 28, '07
estão de parabéns pela historia me identifiquei bastante, chorei.Mas levarei essas palavras guardadas em meu coração e as levarei comigo para crescimento de toda família.
danileo468 wrote on Jul 21, '07
Engraçado, acho que depois de quase 4 meses consegui entender um pouquinho meu bb, ele é exatamente assim, na cama bb chorão, no colo o bb mais amavél, doce e soridente que existe olhando para seu semblante nem parece. Até esse momento estava achando que ia enlouquecer de tanto desgaste, cansaso, achando mil coisas, no inicio dor agra me convencendo que era fome, mas agora me eu vou começar a conhece-lo realmente, nunca mais vou chama-lo de chorão e de faltar paciência com ele a ponto de chorar junto com ele, muito obrigado...
luciananagem wrote on Sep 13, '07
Lindo lindo lindo...!
renatazago wrote on Jul 1, '08
É muito bom ver confirmado por outro (ainda mais quando esse é o dr. S.) aquilo que aceditamos e sentimos. Assim nos sentimos mais legítimos. bebês necessitam de cuidados e atenção especiais. Quero agir sempre assim com meu pequeno "bebê com altas necessidades”.
elizangelagb wrote on Jul 29, '08
Lindo! Lindo!
Esse texto mudou minha vida! Estou aqui chorando!
Mt obrigada!
kikalmeida74 wrote on Nov 17, '08
Meu Deus! Que coisa mais linda!!!!Vamos humanizar mais os nossos filhos, talvez os adultos que temos hj egoístas, individualistas sejam frutos daquela criação que diziam que devemos dexar nossas crianças se auto-consolarem!
cmjh wrote on Nov 21, '08
Tocante estou amamentando minha bebê e lendo este texto maravilhoso! É muito bom ter mais do que certeza que ela está bem e que a maneira com que estamos agindo é a correta.Muito obrigada
fafavaldi wrote on Mar 15, '09, edited on Mar 15, '09
Puxa, adorei esse texto me trouxe conforto e me emocionou. Passamos por situações similares com nossa filha, que agora tem sete meses, e tem um temperamento próprio e peculiar. Já tive os mesmos sentimentos de culpa, frustração e questionamento. Sempre me vi dividida entre dar acolhimento e não mimar com momentos de imensa paciência e outros de ressentimento e resignação. Mas cada dia que passa e mais conheço minha filha mais aprendo sobre esse indíviduo único e maravilhoso, parei de tentar definir sua personalidade e me perguntar porque tão temperamental, deixei de lado os rótulos e comparações (com aqueles bebês e crianças calmas e previsíveis). Esse texto me ajudou a querer megulhar mais fundo neste ser tão complexo e interessante.
andrezzalmeida wrote on Apr 8, '09
Amei, cada dia me surpreendo mais e mais...lindoooooooo
andrezzalmeida wrote on Apr 8, '09
dddd
210375 wrote on Sep 1, '09
Muito emocionante... muito tocante... também resolvi fazer o mesmo que vocês, esquecer os livros e tentar compreender as necessidades reais da minha filha... Minha mãe era assim em bebé e a mãe dela não a entendeu, eu fui assim em bebé e minha mãe não soube lidar bem com isso ... do deixar andar ao controlo exagerado! Espero que eu consiga aquele meio termo desejado! É precisamente o que eu sinto ser necessário para a minha filha: muito carinho e ao mesmo tempo muita persistência para ajudá-la a controlar-se e a lidar com a sua hiper-sensibilidade. Obrigada
matenise wrote on Nov 7, '09
Simplesmente o que faltava para meu entendimento de mãe esgotada, estressada e quase chegando a conclusão que o que tenho em minhas mãos e responsabilidade, é um bêbe hiperativo, inquieto, agitado....
e por aí vai todos adjetivos possíveis que "rotulamos" nossos filhos. A partir de agora terei uma visão diferente em relação ao meu segundo filho que muito se enquadra a"crianças de alta necessidades" isso auxilia bastante quando todas energias estão se esgotando...
gabiglamrocker wrote on Dec 5, '09
os velhos padrões estão caindo por terra. chega de nos submetermos a fórmulas pré-concebidas de criar nossos filhos, adorei a forma como o Dr. Sears descobriu um jeito especial e amoroso e individual de criar sua filhhinha. devemos seguir o exemplo. não mais sermos pais oprimidos pelas "dicas" e julgamentos dos outros. Amemos nossos bebês. Conheçamos nossos filhinhos! e vivamos com eles de forma mais íntegra e humana!
mandyvf wrote on Jul 12, '10
tb estou aqui chorando... é bom saber de outros casos que essa exaustão é compensada, mesmo sabendo no fundo que ela será compensada mesmo é bom ler sobre.
noemivitoria wrote on Apr 28, '11
encontrei o por que de minha bebê ser como ela é, talvez agora eu saiba cuidar melhor dela e aceitá-la com suas necessidades especiais.
isabelabov wrote on Oct 10, '11
Li meu filho neste texto!
alinemacfr wrote on Mar 8
estou bastante emocionada, pois tenho um bebe com tantas necessidades, foi muito angustiante tentei de varias formas modificar ela pois era cobrado isso de mim, tenho um sobrinho da mesma idade e ele e um bebe facil, ja chegarm pra mim e falanram pra eu procurar um medico que isto nao e normal, muitas noites chorei pois sentia que minha bebe nao em problemas mas com tanta cobrança tambem me cobrava e sofria pois achava que não estava compreendendo meu bebe e estava regeitando, agora com este texto me vi descrita confusa como estes pais, e vi minha bebe tambem descrita, é eu agora tive a confirmação do que ja sentia, fazia e achava.
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